Ferreyra se enrola na bandeira do Botafogo e vê críticas iniciais como normais

São 86kg distribuídos em 1,91m. Esse é Juan Carlos Ferreyra, a principal arma — no caso um Tanque — do Botafogo para furar as defesas adversárias na Libertadores. Entre elas, a da Unión Española, adversário desta quarta-feira, às 19h45, no Santa Laura, em Santiago, no Chile, pela segunda rodada do Grupo 2.

Mas a força do atacante argentino não se mede apenas por sua massa corporal. Mentalmente Ferreyra também se diz preparado para lidar com a pressão por corresponder à grande expectativa da torcida, que não o poupou de vaias depois de duas más atuações.

Quando marcou contra o San Lorenzo, na primeira rodada, ele já era alvo de críticas e descrença dos alvinegros.

— Crítica é uma coisa normal quando se chega a um novo clube. Não fui bem nos primeiros jogos. É preciso mostrar força e procurar fazer de uma forma diferente. É necessário ser forte mentalmente para saber levar a situação e não se abater — discursou o Tanque.

Ferreyra vibra com seu primeiro gol pelo Botafogo contra o San Lorenzo
Ferreyra vibra com seu primeiro gol pelo Botafogo contra o San Lorenzo Foto: Divulgação/Botafogo

Aos 30 anos, Ferreyra já rodou um bocado pelo futebol, tendo defendido 14 clubes de países como Colômbia, Chile, Equador e da Argentina, onde foi revelado pelo modesto San Martín de Monte Comán. No Brasil, joga pela primeira vez, mas já se diz adaptado. Garante que gosta de morar no Rio de Janeiro, apesar do trânsito.

— Minha adaptação está sendo muito boa. Eu me sinto bem no clube e com meus companheiros. No Rio, um ponto positivo é a forma de viver, as praias, que eu gostei muito. O negativo são os engarrafamentos.

Sobre o adversário de hoje, o argentino faz o alerta:

— É um time que marca bem, sem dar espaço, e sai em velocidade para o ataque.

Fonte: Extra Online

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