Vasco nega proposta e empresário de Deivid diverge do clube sobre sondagem

Deivid-Coritiba-Nautico-Felipe-Gabriel_LANIMA20121017_0148_26
Na última quarta-feira, Deivid esteve na sede do SporTV para participar do programa ‘Arena SporTV’. Antes de seguir para o estúdio, o atacante – que abandonou o Coritiba, no fim de fevereiro, por falta de pagamento dos direitos de imagem – declarou textualmente ao Ponta de Lança que tinha propostas do Vasco, Bahia e Criciúma. Via assessoria de imprensa, o Vasco entrou em contato com o blog informando que o clube negava qualquer tipo de negociação. “O Vasco não fez proposta ao jogador. Não houve sequer sondagem. O empresário do atleta o ofereceu ao Vasco, mas não houve interesse”, diz a nota. Quem gerencia a carreira de Deivid é Felipe Carrilho, que admitiu ao blog que o jogador, de fato, não recebeu proposta do clube, mas, segundo ele, houve a sondagem:

“Sondagem houve, sim, por uma pessoa ligada à diretoria, que prefiro não revelar o nome. Essa pessoa falou diretamente com o Deivid, mais de uma vez. Para agir de maneira correta, procurei o responsável pelo futebol do Vasco, o Rodrigo Caetano, para checar, e ele me disse que nesse momento não interessava porque o elenco está completo”, contou Carrilho.

Se dependesse dos torcedores vascaínos que interagiram com o blog comentando o post, Deivid não chegaria nem perto de São Januário. Quase a totalidade dos que se manifestaram rejeitava a suposta contratação do atacante.

Com relação a Criciúma e Bahia, o empresário garantiu que fizeram propostas por Deivid, e que estão sendo analisadas. E assegurou que, nesta sexta, dia 14 de março, foi procurado por outro clube carioca interessado no atacante. “Ainda não posso revelar qual é o clube, foi apenas uma sondagem”, disse Carrilho. Deivid já disse ter preferência pelo Rio de Janeiro. Como ficou um ano sem receber os valores referentes à imagem – que representavam 60% do total do salário -, faz uma exigência: somente assinará contrato com algum clube se receber o pagamento integral registrado na carteira de trabalho, uma vez que, neste caso, se atrasar por três meses consecutivos o empregador perde os direitos sobre o jogador.

Fonte: Blog Ponta de Lança

Sobre o autor
Editores responsáveis pelo site